O Baile

Regina não dá “tábua”, Anderson serve bebidas e bilhetes, Marta sopra velinhas, Silvia vende rosas e a pequena orquestra toca sambas e boleros quase sem parar. Romantismo, dança e muita animação lotam os bailes do União Fraterna, cenário do filme Chega de Saudade

Clorofila nas veias

A paixão da família Tilli pelas plantas chega à sua quarta geração e é o principal ingrediente de uma receita de sucesso na área do paisagismo brasileiro

Gringo “do” paz

Vim para salvar o Brasil! Foi assim que encarei o meu “trabalho” no Peace Corps em 1965. Para os que não têm idade de lembrar do presidente americano John F. Kennedy, o Peace Corps – conhecido no Brasil como Voluntários da Paz – foi criado por Kennedy para abrigar jovens idealistas que queriam “fazer alguma… Read more »

Zona Franca

Em meio à pobreza da área do porto, Manaus destaca-se como um pólo industrial que fabrica produtos de alta tecnologia e fatura mais de US$ 25 bilhões por ano

Já consultou o Cascudo? O Cascudo é quem sabe. Me traga aqui o Cascudo.

O Cascudo é quem sabe. Me traga aqui o Cascudo. O trecho foi extraído de um texto de Carlos Drummond de Andrade, de 1968, e refere-se ao escritor e folclorista Luís da Câmara Cascudo. A seguir, alguns mitos, crenças e superstições da cultura popular brasileira encontrados em sua obra

Outras crendices populares

Agosto Os romanos acreditavam na existência de um dragão gigantesco e terrível que, durante o mês de agosto, passeava pelo céu cuspindo fogo pelas narinas. Na verdade, tratava-se da constelação de Leão nos céus do hemisfério norte naquele período do ano. Uma outra versão dessa superstição vem de Portugal e foi trazida ao Brasil pelos… Read more »

Crer ou não crer: eis a superstição

Mito, crença religiosa, fantasia popular. Não importa. Na dúvida, é bom fazer figa quando um gato preto cruzar na nossa frente

Benditos Palhaços

Há 17 anos os Doutores da Alegria espalham sorrisos pelos hospitais de São Paulo

O último carro de boi

Ao pé da Serra da Mantiqueira, na área rural do bairro Quilombo, em São Bento do Sapucaí, bem na divisa de São Paulo com Minas Gerais, encontramos a pequena carpintaria do carreiro Joaquim Pereira da Costa, 78 anos, o lendário “Quim Costa”. Lá ele ainda fabrica os últimos carros de boi verdadeiros, aqueles de roda dura, de madeira de lei inteiriça, que rangem e choram ao cruzar as estradas de terra do nosso interior, a velha trilha musical da vida caipira. Compradores, não há mais – mas o carpinteiro continua lá todo dia esculpindo suas obras porque ele não sabe fazer outra coisa desde que começou a trabalhar, aos 9 anos de idade. “Eu não trabalho por acaso… Trabalho por gosto de fazer e ver o carro ficar bonito.” Seu sonho é vender um carro de boi desses, que custa entre 8 e 10 mil reais, para o presidente Lula. “Pode dizer que para ele dou até desconto…”

Aos verdadeiros heróis do nosso futebol

1958, O Ano em que o Mundo Descobriu o Brasil é um trabalho amoroso, dedicado aos heróis do nosso futebol, os campeões de 1958, os primeiros brasileiros que nos deram um título mundial. Contar a história deles foi uma grande honra para mim. Aqueles craques foram lá no estrangeiro e trouxeram o caneco. Na bola…. Read more »

1958: o ano em que o mundo descobriu o Brasil

Documentário do jornalista e cineasta José Carlos Asbeg revive a histórica vitória do Brasil contra a Suécia e traz depoimentos dos craques brasileiros que colocaram de vez o nosso futebol no cenário mundial

Roraima em pé de guerra

De um lado, os índios, com seus aliados: Governo Federal, Polícia Federal, Força Nacional, Igreja Católica, Conselho Indígena de Roraima (CIR) e uma miríade de ONGs, nativas e estrangeiras. De outro, os arrozeiros, com seus aliados: o Governo de Roraima, os evangélicos, os poderes Legislativo e Judiciário, os latifundiários, os militares e a Sociedade dos Índios Unidos do Norte de Roraima (Sodiurr), uma dissidência do CIR. No meio, o Supremo Tribunal Federal. Em disputa, um território de 1,7 milhão de hectares (12 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, com seus 10 milhões de habitantes), onde vivem entre 15 e 17 mil índios

Navegando nos rios voadores

Nova expedição do piloto aventureiro Gérard Moss percorre as correntes de vapor d’água de Norte a Sul do País e pode ajudar nas pesquisas sobre a origem das chuvas e mudanças climáticas