Mostra com mais de 30 artistas abre neste fim de semana na Pinacoteca, além de individual de Daniel Buren e exposição no Galpão da Associação Cultural Videobrasil

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“Tinha que acontecer (Cabeça de Bandeirante)”, de Flavio Cerqueira. Foto: Romulo Fialdini


Metrópole: Experiência Paulistana
, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, de 8/4 a 18/9

Com curadoria de Tadeu Chiarelli, diretor geral da Pinacoteca de São Paulo, a exposição reúne 80 trabalhos – entre instalações, pinturas, fotografias e vídeos – de artistas que relacionam suas obras com a cidade, como Chico Zelesnikar, Daniel de Paula, Dora Longo Bahia, Evandro Carlos Jardim, Gustavo Von Há, Jaime Lauriano, Marcelo Moscheta, Sidney Amaral, Leda Catunda, Fernando Piola, Florian Raiss, Flávio Cerqueira, Lia Chaia, Moisés Patrício, Nazareth Pacheco, Raphael Escobar, Renata Felinto, Luiz Gê, Carmela Gross, Victor Brecheret e Zed Nesti.

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“Cais do Corpo”, de Virginia de Medeiros. Foto: Divulgação

Nada Levarei Quando Morrer, Aqueles que Me Devem Cobrarei no Inferno, no Galpão da Associação Cultural Videobrasil em parceria com a SP-Arte, de 6/4 a 17/6

Realizada em parceria com a SP-Arte, a mostra apresenta os trabalhos de Caetano Dias, Claudia Andujar, Miguel Rio Branco, Gisela Motta, Leandro Lima, Rodrigo Bueno, Rodrigo Braga, Runo Lagomarsino e Virginia de Medeiros. Com curadoria de Solange Farkas, diretora do Videobrasil, e Gabriel Bogossian, a exposição é parte da programação do festival, que acontece até 9 de abril na Pavilhão da Bienal.

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Trabalho de Daniel Buren exibido na galeria Nara Roesler. Foto: Divulgação

 

Prismas, Cores e Espelhos: Alto Relevo, individual de Daniel Buren na Galeria Nara Roesler, São Paulo, de 4/4 a 20/5

Com trabalhos inéditos e concebidos especialmente para a galeria Nara Roesler, o artista francês apresenta ao público paulistano nove conjuntos de objetos tridimensionais, compostos de 8 a 14 peças cada um. O efeito de luzes e profundidade fica por conta do uso dos jogos de espelho nas obras. O artista volta à cena dois anos depois de sua última exposição na filial carioca da galeria Nara Roesler e é conhecido por suas obras conceituais e que trabalham a arquitetura dos espaço, utilizando como suporte paredes, colunas, tetos e outros elementos.

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Relevos, 2017. Pintura eletrostática s/ alumínio 100 x 21 x 4 cm. Foto: Antônio Caetano

Trânsito, individual de Gustavo Rezende na Galeria Marília Razuk, São Paulo, de 1/4 a 20/5

Terceira individual do artista mineiro, a exposição Trânsito é composta por 10 trabalhos recentes de Rezende, entre eles esculturas, aquarelas, gravuras e animações. Com trabalhos voltados para a duplicidade, seja das formas ou das ideias, o artista mergulha no existencialismo e nas contradições que vivemos ao sermos seres únicos e iguais ao mesmo tempo.  Suas obras compõem coleções públicas e privadas, como as do Museu de Arte de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), (MAC-USP), Museu de Arte Contemporânea da USP, da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Museu de Arte Moderna do Rio (MAM-RJ).

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Trabalho de Paulo Nazareth em exposição na Galeria Mendes Wood. Foto: Divulgação

Paulo Nazareth, individual do artista na galeria Mendes Wood MD, em São Paulo, de 8/4 a 13/5

Pela terceira vez com uma mostra individual na galeria Mendes Wood MD, em São Paulo, o artista mineiro apresenta seus trabalhos mais recentes, entre instalações, vídeo e cartazes, e que destacam questões como o genocídio dos índios no Brasil e a relação do imigrante com a cidade. Além de Nazareth, a galeria exibe, no mesmo período exposição individual da artista italiana Dadamaino, pela primeira vez no Brasil, além de retrospectiva da artista mineira Lotus Lobo.

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Obra da artista Renata Cruz exposta na galeria Blau Project. Foto: Divulgação

Para Sempre e Um Dia, individual da artista Renata Cruz na Blau Project, em São Paulo, de ¼ a 27/5

A artista paulista leva a Blau Projects, em São Paulo, desenhos inéditos em aquarela. Os trabalhos, 365 ao todo, são resultados do período de dois anos em que viveu entre o Japão e Portugal. As obras, que ocupam  todas as paredes da galeria refletem as referências que Cruz acumulou durante suas viagens, como a natureza morta inspirada nas maçãs produzidas no Japão e os tradicionais azulejos azuis de Portugal.

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Prisioneiro 2, Xerografia, Obra de Mario Ramiro de 1979. Foto: Divulgação

Improvável, individual do artista Mario Ramiro na Zipper Galeria, em São Paulo, de 11/4 a 13/5

A mostra traz os trabalhos do paulista Mario Ramiro, um dos nomes da produção conceitual dos anos 1980 e agora representado pela Zipper Galeria. Ex-integrante do coletivo 3NÓS3, o artista apresenta sua produção visual, desde os primeiros trabalhos até as obras recentes, com série de xerografias produzidas entre 1979 e 1991.

 

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