Marcelo Moscheta, Lais Myrrha, Nicolas Vlavianos, OPAVIVARÁ!, Art Basel Hong Kong, entre outros

“Deslocando Territórios: Projeto para a Fronteira Brasil/Uruguay”, Marcelo Moscheta. Foto: Divulgação

“Deslocando Territórios: Projeto para a Fronteira Brasil/Uruguay”, Marcelo Moscheta. Foto: Divulgação

Erosão Diferencial, individual de Marcelo Moscheta no Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti, de 28/3 a 1/5

A exposição reúne 8 trabalhos em diversos formatos realizados pelo artista paulista nos últimos anos. Também vai apresentar o processo de criação de uma nova série de trabalhos de Moscheta – justamente aquela que dá título à mostra. Erosão diferencial será criada dentro do museu, durante o período em que a exposição estiver em cartaz, em uma sala expositiva transformada em ateliê. O artista vai trabalhar no museu, às vistas do público, ao lado de alunos e artistas locais transformados em seus assistentes. As outras produções reunidas são resultados de viagens ao Pólo Norte (caso de Miragem), ao Deserto do Atacama (Linha:Tempo:Espaço) e de uma expedição ao longo do Rio Tietê (Arrasto), entre outras localidades.

Foto que integra a série "Breve Cronografia dos Desmanches" de Lays Myrrha. Foto: Divulgação

Foto que integra a série “Breve Cronografia dos Desmanches” de Lays Myrrha. Foto: Divulgação

Corpo de Prova, individual de Lais Myrrha no Sesc Bom Retiro, São Paulo, até 25/6

Com curadoria de Julia Rebouças, a exposição apresenta a produção de Laís Myrrha. A artista mineira costuma fazer interferências em objetos do cotidiano como dicionários, mapas, bandeiras e jornais. Na obra, que nomeia a mostra, a artista utiliza barras cilíndricas de concreto para tratar da construção civil e, mais especificamente, da herança da arquitetura modernista. A exposição também apresenta 17 registros de uma série de edifícios em estados de demolição. As fotos fazem parte da publicação Breve Cronografia dos Desmanches, lançada em 2014.

“Astronauta” (1985), escultura de Nicolas Vlavianos. Foto: Divulgação

“Astronauta” (1985), escultura de Nicolas Vlavianos. Foto: Divulgação

Vlavianos: Trajetória, individual de Nicolas Vlavianos na Estação Pinacoteca, São Paulo, de 25/3 a 26/6

A exposição faz uma homenagem a Nicolas Vlavianos, artista nascido na Grécia (Atenas, 1929) e radicado em São Paulo desde 1961. A retrospectiva reúne obras produzidas desde os anos 1960 até hoje. São desenhos e esculturas, acompanhadas por projetos que evidenciam o pensamento plástico que orienta a expressão artística de Vlavianos. A produção escultórica do artista funde elementos vindos da mitologia grega, do culto à máquina e ao progresso, bem como da representação de elementos da natureza. A mostra também reconstituirá um pequeno canto do ateliê do artista, a fim de destacar o lado mais artesanal da execução de suas esculturas.

“Tupycolé”, OPAVIVARÁ!. Foto: Divulgação

“Tupycolé”, OPAVIVARÁ!. Foto: Divulgação

UTUPYA, individual do OPAVIVARÁ! na Gentil Carioca, Rio de Janeiro, de 25/3 a 6/5

A mostra é a segunda individual do coletivo carioca OPAVIVARÁ! realizada na galeria, inspirada no conceito de antropofagia de Oswald de Andrade. O espaço abrigará trabalhos  como Tupycolé (picolés em formato de partes do corpo humano), Rede Social (instalação de 6 redes costuradas) e DiskoOka (um ambiente que reverbera a dança e o canto, dos antigos rituais às pistas de música eletrônica). No sábado (25), será ativado o Abre Caminhos, um carro movido à tração humana de onde os participantes poderão banhar seus corpos com infusões herbais. O intuito da exposição é investigar como a cultura indígena está impregnada no cotiano brasileiro.

“Partitura I” (vertical), de Carla Guagliardi.

“Partitura I” (vertical), de Carla Guagliardi.

DENTRO, coletiva no Museu de Arte do Rio, de 25/3

A mostra conta com trabalhos dos artistas convidados Carla Guagliardi, Cildo Meireles, Sérgio Sister e Waltercio Caldas, além de obras do acervo do MAR. A exposição inaugura o programa Sala de Encontro, organizado pelo diretor cultural da instituição Evandro Salles. O programa incentiva uma imersão de longo prazo do público, disponibilizando, dentro do espaço expositivo, amplos sofás e uma grande mesa de leitura. A mostra estimula o diálogo entre tempos distintos, colocando lado a lado obras contemporâneas e objetos arqueológicos, pinturas e fotografias. 

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Instalação “O Museu Inexistente n º 1”, Victor Leguy. Foto: Divulgação

O Museu Inexistente n º 1,projeto de Victor Leguy em cartaz na Funarte, São Paulo, de 25/3 a 6/5

O projeto do artista Victor Leguy, concebido em parceria com o curador Gabriel Bogossian, foi selecionado no Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015 e agora está exposto na sede de São Paulo. O artista e o curador criaram um museu fictício que reconta parte da história do Brasil sob uma nova perspectiva, numa tentativa de descolonizar o olhar e o repertório visual sobre o patrimônio cultural brasileiro. Através de fotografias, filmes, documentos e objetos, a exposição pretende trazer para o centro do debate o imaginário construído em torno dos Enawenê-Nawê, povo indígena residente no Mato Grosso que realiza o ritual Yaokwa, que tem duração de 7 meses e é reconhecido pelo IPHAN como patrimônio cultural imaterial brasileiro. 

Cartão postal que integra a mostra. Foto: Divulgação

Cartão postal que integra a mostra. Foto: Divulgação

Romance Postal, galeria Utópica, São Paulo, até 22/4

Com curadoria de Rubens Fernandes Junior, a exposição reúne 49 cartões postais produzidos entre 1900 e 1915. São imagens de mulheres, casais, famílias e objetos da iconografia romântica, com tratamentos de pós-produção como intervenções em aquarela, alto e baixo relevos, além de colagens e outros incrementos. Os cartões postais foram a primeira manifestação da fotografia no formato múltiplo e de grandes tiragens, tornando-se um importante instrumento de comunicação. As obras presentes na mostra são de autoria diversa, tendo sido produzidas em estúdios fotográficos, bastante populares no começo do século.

Foto de divulgação da feira

Foto de divulgação da feira

Art Basel Hong Kong, 5ª edição da feira de arte contemporânea, de 23/3 a 25/3

Antes conhecida como ART HK – de 2008 a 2012-, a feira foi absorvida pela Art Basel em 2013, quando passou a ser chamada de Art Basel HK e a fazer parte do circuito internacional de feiras de arte. Apresentando desde obras primas históricas até trabalhos de jovens artistas asiáticos, o evento segue o modelo que se tornou dominante e esta dividido em nas seguintes sessões: 
Galleries, que abriga 190 galerias internacionais;  Insights com projetos de galerias da região da Ásia-Pacífico; Discoveries, com trabalhos criados especialmente para a feira; Encounters, grandes esculturas e instalações; Film, que traz uma seleção de trabalhos em vídeo, e Kabinett, uma nova seção dedicada a 19 projetos curatoriais dos EUA e de países da Europa e da Ásia. O Brasil é representado na feira pelas galerias Athena Contemporânea, Bergamin & Gomide, Casa Triângulo, Fortes D’Aloia & Gabriel, Mendes Wood DM e Nara Roesler.

Link curto: http://brasileiros.com.br/E1rBL
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