Dora Longo Bahia, Luiz Zerbini, Assis Horta, Fábio Zimbres, Paulo Pasta, entre outros

Série “Olimpíadas”, Dora Longo Bahia. Foto: Divulgação

Série “Olimpíadas”, Dora Longo Bahia. Foto: Divulgação

Cinzas, individual de Dora Longo Bahia na Galeria Vermelho, São Paulo, até 8/4

Motivada pelo projeto Cidade Linda de João Doria, a artista Dora Longo Bahia decidiu ocultar seis de suas obras com uma camada de tinta cinza-concreto. O resultado pode ser conferido na mostra Cinzas, em cartaz na Vermelho. Além dos seis quadros, Dora apresenta outras produções na exposição. Entre elas, destaca-se a série Olimpíadas, na qual a artista questiona a cobertura da imprensa durante o grande evento esportivo, no ano passado. Bahia pinta palhaços sobre capas de jornais publicados ao longo dos 16 dias dos jogos.

“Embaúba” (2016), Luiz Zerbini. Foto: Divulgação

“Embaúba” (2016), Luiz Zerbini. Foto: Divulgação

Monotipias, individual de Luiz Zerbini no Galpão Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, de 11/3 a 6/5

Em sua nova exposição na galeria, Luiz Zerbini expõe gravuras pela primeira vez em sua longa carreira. A mostra é o resultado de uma viagem que o artista realizou junto com o impressor João Sánchez. Os dois saíram do Rio de Janeiro rumo ao Instituto Inhotim (MG) levando uma prensa. Chegando lá, foram em busca das espécies raras do Jardim Botânico que serviriam de matrizes para as obras. O artista privilegia contornos e texturas de cada espécie em uma paleta reduzida de marrons, verdes e pretos. 

“O Mundo” (1976), Anna Bella Geiger. Foto: Divulgação

“O Mundo” (1976), Anna Bella Geiger. Foto: Divulgação

Aquilo que Nos Une, coletiva na Caixa Cultural, São Paulo, de 11/3 a 14/5

Com curadoria de Isabel Sanson Portella, a exposição reúne 26 artistas de diferentes gerações que utilizam a costura e o bordado como expressão poética. São exibidos trabalhos históricos como os de Leonilson, Bispo do Rosário, Waltercio Caldas e Tunga e também a produção recente de Adriana Varejão, Sonia Gomes, dentre outros artistas.

de Daniel Steegmann Mangrané que integra a série “Point Cloud Florest”

de Daniel Steegmann Mangrané que integra a série “Point Cloud Florest”

Um Piano na Selva, coletiva na galeria Periscópio Arte Contemporânea, Belo Horizonte, de 11/3 a 22/4

Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta com a participação de 14 artistas como Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga. Em comum, as produções criticam a utopia do progresso associada a era moderna . “As obras abordam pontos de contato do erudito com o selvagem; da extração com a floresta; do pensamento acadêmico com o esquentar dos corpos; do empreendimento com o campo aberto”, afirma o curador.

Desenho sem título de Fábio Zimbres. Foto: Divulgação

Desenho sem título de Fábio Zimbres. Foto: Divulgação

Fantasma, individual de Fábio Zimbres na Galeria Bolsa de Arte, São Paulo, de 11/3 a 29/4

Em sua primeira individual na galeria, o quadrinista Fábio Zimbres apresenta cerca de 20 obras inéditas, entre monotipias, desenhos, pinturas e técnica mista em tela. O ponto de partida do trabalho de Zimbres é o desenho, sobretudo sobre papel. Neles, volumes e formas surgem a partir de linhas e tomam os espaços livremente, sem o compromisso de preencher a tela, em um pensamento menos associado à pintura que às artes gráficas.

Retratos, feitos por Assis Horta, dos primeiros operários registrados na carteira de trabalho (1943). Foto: Divulgação

Retratos, feitos por Assis Horta, dos primeiros operários registrados na carteira de trabalho (1943). Foto: Divulgação

Assis Horta: Retratos, individual do fotógrafo no Centro Cultural BNDES, Rio de Janeiro, de 14/3 a 5/5

Com curadoria de Guilherme Horta, a exposição apresenta 200 fotografias, em preto e branco, tiradas por Assis Alves Horta ao longo de sua carreira. O fotógrafo mineiro se tornou referência ao tirar os primeiros retratos de operários legalmente registrados no Brasil, pela recém-criada carteira de trabalho em 1943. Horta também fotografou cenas do patrimônio histórico nacional em cidades mineiras como Diamantina e Ouro Preto. 

“Caderno Livro” (1997), Artur Barrio. Foto: Iara Venanzi

“Caderno Livro” (1997), Artur Barrio. Foto: Iara Venanzi

Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural, coletiva no Itaú Cultural, São Paulo, até 7/5

Com curadoria de Felipe Scovino a exposição apresenta 70 obras que abarcam 150 anos de história da confecção de livros de artista, em diversos formatos, como livros-objeto e poemas concretos. Entre elas, quatro revistas originais de Ângelo Agostini, do século XIX, cinco publicações dos anos 1940 da extinta Sociedade dos Cem Bibliófilos, além de poemas concretos e livros-objeto contemporâneos de artistas como Waltercio Caldas, Nuno Ramos e Rosangela Rennó.

“Variação 2b”, Paulo Pasta. Foto: Divulgação

“Variação 2b”, Paulo Pasta. Foto: Divulgação

Seis Variações, individual de Paulo Pasta na Galeria Carbono, São Paulo, até 13/5

A mostra reúne 15 gravuras inéditas de Paulo Pasta produzidas especialmente para a galeria. Pela primeira vez, o pintor utiliza recursos digitais em seu processo de trabalho. A partir de seis matrizes diferentes, provenientes de pinturas a óleo, Pasta usa o computador para simular diferentes composições de cores. As gravuras resultantes têm dimensões que variam de 50 x 70 cm a 150 x 130 cm, impressas digitalmente, em Fine Art e com 11 pigmentos minerais.

 

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