Justificativa da estatal Metrô de São Paulo é de que adicional foi para corrigir um erro de digitação

Foto: EBC

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O Metrô de São Paulo aumentou em R$ 14,5 milhões o valor do contrato da Linha 17-Ouro, o monotrilho do Morumbi, zona sul da capital, assinado em maio de 2016. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo a publicação, a justificativa da estatal do governo Geraldo Alckmin (PSDB) é de que adicional foi uma correção de um erro de digitação na planilha de serviços e preços das estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

O contrato foi assinado com o consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e Construção Ltda., no valor de R$ 74,2 milhões. Com o aumento de 19,5%, o custo sobe para R$ 88,7 milhões.

A contratação aconteceu depois do rompimento com o consórcio Andrade Gutierrez e CR Almeida, sob a alegação de que as empreiteiras haviam abandonado o canteiro de obras. As empresas negaram o fato e afirmaram que já tinham tentado rescindir o contrato por causa de atrasos na liberação de frentes de obras e projetos executivos.
 
A obra da linha foi anunciada em 2010, com a previsão de término para 2012. Nada foi entregue até agora.

 

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  • Welbi Maia

    O Metrô teve que rescindir o contrato com o consórcio que inicialmente ganhou a licitação após as empreiteiras abandonar o canteiro de obras. Só após cumprir os prazos e procedimentos legais o Metrô pode contratar nova empresa para dar continuidade às obras. Além disso, a crise econômica e o empréstimo prometido por Dilma em 2013 para obras de mobilidade que nunca chegou, ajudaram a atrasar o andamento das obras. Os valores estão dentro dos padrões legais e do contrato. SP é um dos poucos Estados que continua investindo em grandes obras de mobilidade e infraestrutura nesse período de crise econômica.