Bruno Júlio é acusado de apologia e incitação ao homicídio por ter dito que chacinas como a do presídio de Roraima teriam que acontecer uma vez por semana

Foto: Reprodução/Facebook

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O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) protocolou uma denúncia no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra Bruno Júlio, ex-secretário nacional da Juventude de Michel Temer, por apologia e incitação ao homicídio. A informação é do jornal Brasil de Fato. Ao se referir à chacina de presos em Roraima, Bruno disse que “tinha que matar mais [presos]; tinha que fazer uma chacina por semana”. 

Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (10) a exoneração de Bruno do cargo de secretário nacional de Juventude. O pedido pela demissão foi feito após a repercussão negativa da declaração.

Bruno Júlio também é presidente licenciado da Juventude Nacional do PMDB. Em nota, ele disse ter falado “em caráter pessoal” ao jornalista, após a entrevista. De acordo com ele, está havendo “uma valorização muito grande da morte de condenados, muito maior do que quando um bandido mata um pai de família que está saindo ou voltando do trabalho”.

O Conjuve, que existe desde 2005 e instituiu a Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, é composto por membros da sociedade civil e do governo, com a atribuição de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude.

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