Volz, que é o curador da 32a Bienal de São Paulo, assume o cargo em maio de 2016

Jochen Volz - Foto: Reprodução/@sofiacolucci/Fundação Bienal de São Paulo

Jochen Volz – Foto: Reprodução


O curador da 32a Bienal de São Paulo, Jochen Volz, será o novo diretor da Pinacoteca de São Paulo no ano que vem. Volz assume o cargo a partir de maio de 2017, substituindo o professor da USP Tadeu Chiarelli.

Em entrevista à ARTE!Brasileiros, o curador disse que “ainda está cedo para falar sobre os projetos que pretendo realizar. Para mim é uma honra ser convidado para dirigir uma instituição tão importante para a cultura brasileira. É um museu que  acompanho há muitos anos, que tive a sorte de poder realizar um projeto em 2011. Estou feliz por poder contribuir com esse lugar”.

Indagado se no contexto de crise política e institucional, a cultura pode ser uma forma de resistência, Volz afirmou: “Concordo totalmente, é importante que a cultura e a arte sejam plurais. E essa pluralidade é o que a gente mais precisa preservar, seja com o acervo ou ações, seja na Bienal. As instituições culturais devem ser plataformas que tragam discussões para o País”. Ele ainda ressalta que continuará com a política, iniciada por Chiarelli, de adquirir obras de artistas afrodescendentes, um trabalho “que considera muito importante”.

Alemão radicado no Brasil, ele dirigiu a programação da Serpentine Galleries em Londres e atuou como diretor artístico do Instituto Inhotim. Foi curador do Portikus, em Frankfurt, cocurador da mostra internacional da 53ª Bienal de Veneza (2009) e da 1ª Aichi Triennial, em Nagoya (2010), e curador convidado da 27ª Bienal de São Paulo (2006).

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