ARTE!Brasileiros selecionou mostras de Wlademir Dias-Pino, Tunga, Haroon Gunn-Salie, Augusto de Campos, Anri Sala, Los Carpinteros, Joseph Beuys entre os destaques, confira

No ano turbulento de 2016, mesmo diante da crise econômica e política, as instituições culturais conseguiriam se organizar e montar exposições relevantes, que trouxeram à tona questões sociais, de gênero, étnicas e, claro, do próprio fazer artístico. ARTE!Brasileiros selecionou 30 mostras, que aconteceram em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, dentre outras cidades. Confira abaixo:

Vista geral da exposição na Galeria Leme. Foto: Filipe Berndt

Vista geral da exposição na Galeria Leme. Foto: Filipe Berndt

Totemonumento, Galeria Leme, São Paulo, de 19/1 a 5/3

A exposição reuniu trabalhos de oito artistas, como Cildo Meireles, Clara Ianni e Jaime Laureano, que abordam as conexões entre história e memória. Com curadoria de Isabella Rejeille,  a exposição colocava em xeque as narrativas oficiais, chamando a atenção para as rupturas e apagamentos presentes na historiografia. Leia matéria de Leonor Amarante sobre a mostra.

Tertúlia, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, de 28/1 a 27/2

A mostra reuniu trabalhos das artistas mulheres que fizeram parte dos 15 anos de existência da galeria, como Beatriz Milhazes, Erika Verzutti, Jac Leirner e Leda Catunda. A exposição surgiu como forma de discutir a representação feminina no campo da arte, em um momento no qual esse tema é amplamente debatido nas mais diversas esferas. Confira o vídeo acima.

Vértice, Centro Cultural Correios, São Paulo, de 4/2 a 27/3

A coleção de arte contemporânea de Sérgio Carvalho, que conta com cerca de 1500 obras, foi o objeto da mostra
Vértice. Os trabalhos que compuseram a exposição foram selecionados por três curadoras de diferentes gerações e lugares – Marília Panitz, Polyanna Morgana e Marisa Mokarzel – permitindo assim uma visão múltipla do acervo. Confira o vídeo acima.

Obra de Wlademir Dias Pino

Obra de Wlademir Dias-Pino. Foto: Divulgação

O Poema Infinito de Wlademir Dias-Pino, Museu de Arte do Rio, de 1/3 a 5/6

O Museu de Arte do Rio apresentou uma grande mostra sobre o poeta, artista visual e artista gráfico carioca. Com mais de 800 peças – entre livros, cartazes, objetos, fotografias, desenhos, vídeos e instalações – a exposição, que tinha curadoria de Evandro Salles, destacou a produção e vida de Dias-Pino. Leia a crítica da mostra publicada na 36a edição.

Sem Título, Sergio Camargo. Foto: João Musa

Sem Título, Sergio Camargo. Foto: João Musa

Sergio Camargo: Luz e Matéria, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, de 3/3 a 12/6

Com curadoria de Paulo Sergio Duarte e Cauê Alves, a mostra reuniu 60 obras do artista Sergio Camargo. A exposição ocupou dois andares com trabalhos de grande formato e em menor dimensão do artista; torres e relevos em formas que jogam com a luz e a sombra, esculpidos em mármore carrara branco ou negro belga, datadas entre as décadas de 1960 e 1980. Leia mais.

Imagem da Exposição “Playgrounds”, de Nelson Leirner, no vão livre do MASP em 1969 / Divulgação

Imagem da Exposição “Playgrounds”, de Nelson Leirner, no vão livre do MASP em 1969 / Divulgação

Playgrounds 2016, Masp, São Paulo, de 18 de março a 24 de julho

A exposição apresentou seis novas propostas de artistas e coletivos em torno do que é o espaço comum, o lazer e o lúdico. Os convidados eram Ernesto Neto, Yto Barrada, Céline Condorelli, Rasheed Araeen e os coletivos Grupo Contrafilé  e O Grupo Inteiro. Com curadoria é de Adriano Pedrosa e Luiza Proença, a mostra fazia referência à exposição homônima realizada por Nelson Leirner no museu em 1969. Leia matéria aqui.

Still da videoinstalação para GB de Lia Chaia

Still da videoinstalação para GB de Lia Chaia

O Estado da Arte Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, de 19/3 a 17/12

Com base no conceito de
obra aberta instituído pelo pensador italiano Umberto Eco nos idos de 1962, a curadora Maria Alice Milliet fez uma leitura do acervo do Instituto Figueiredo Ferraz. Trabalhos de Waltercio Caldas, Iole de Freitas, Nuno Ramos, Paulo Pasta e Dudi Maia Rosa foram exibidas. Leia mais.

Vista da exposição "Agridoce", de Haroon Gunn-Salie

Vista da exposição “Agridoce”, de Haroon Gunn-Salie

Agridoce, Associação Cultural Videobrasil, São Paulo, de 2/4 a 11/6

Na exposição, o artista sul-africano Haroon Gunn-Salie apresentou uma série de obras em larga escala que foram desenvolvidas a partir de sua relação com pessoas diretamente afetadas pelo desastre ambiental ocorrido em Mariana (MG) e que se recusaram a sair de suas terras. A exposição foi fruto do 1º Prêmio SP-Arte/Videobrasil. Confira a matéria completa.

Venceremos, Galeria Nara Roesler, São Paulo, de 2/4 a 4/6

Expondo pela primeira vez no Brasil, o artista cubano René Francisco apresentou a sua primeira exposição no Brasil. Com curadoria da também cubana Ella Cisneros, a mostra apresentou
 desenhos, pinturas e assemblages. Como artista, Francisco tem uma produção plural, que abrange pintura, escultura, instalação, intervenção e vídeo. Assista o vídeo acima.

"Demokratie ist lustig" (1973), Joseph Beuys. Foto: Divulgação

“Demokratie ist lustig” (1973), Joseph Beuys. Foto: Divulgação

Beuys, Galeria Bergamin & Gomide, São Paulo, de 18/3 a 30/4

O icônico artista alemão Joseph Beuys teve sua obra reunida pela primeira vez em uma galeria paulista. A galeria selecionou trabalhos realizados entre as décadas de 1950 a 1980, em diversos formatos e meios. São esculturas, desenhos, gravuras e vídeos de Beuys, considerado um dos artistas mais importantes do século XX. Confira mais aqui

Escultura para "Viva Vaia" na mostra. Foto: Divulgação

Escultura para “Viva Vaia” na mostra. Foto: Divulgação

REVER_Augusto de Campos, Sesc Pompeia, São Paulo, de 5/5 a 31/7

A retrospectiva abrangeu os 65 anos da produção poética de Augusto de Campos. Sua obra singular ultrapassa o campo da literatura, chegando às artes visuais contemporâneas. Letras, palavras, imagens e sons ganharam corpo na mostra, permitindo ao público uma imersão integral no universo “verbivocovisual” do autor. Leia matéria completa.

Cartaz que integra a série "Arte Pela Democracia"

Cartaz que integra a série “Arte Pela Democracia”

Arte Pela Democracia, Centro Cultural São Paulo, de 13/5 a 10/7

A exposição apresentou cerca de 200 cartazes produzidos por um grupo de artistas após a aprovação do impeachment. A mostra também era composta por outros 50 cartazes de movimentos sociais, pertences ao acervo da instituição, como a série doada pela Comissão Justiça e Paz, entidade fundada em 1972. Confira os cartazes neste link

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“Pauceta Imperial I”, Cibelle Cavalli. Foto:Divulgação

Mil Maneiras de Matar um Monstro, Galeria Mendes Wood DM, São Paulo, de 28/5 a 6/8

A exposição apresentou novos trabalhos da artista Cibelle Cavalli Bastos. Eram vídeo-instalações, esculturas em látex, cerâmicas, pinturas e outras mídias, que traziam ao centro de discussão questões a respeito das construções de identidade, seja de gênero, cultural, social ou política. Na 35a edição da ARTE!Brasileiros, publicamos uma conversa entre a artista e o curador Pablo Leon de La Barra. Confira aqui.

 Performance “Por quê?”, de Panmela Castro, realizada no Museu Bispo do Rosário. Crédito: Leonardo Mota/ Divulgação Facebook

Performance “Por quê?”, de Panmela Castro, realizada no Museu Bispo do Rosário. Crédito: Leonardo Mota/ Divulgação Facebook

Das Virgens em Cardumes e da Cor das Auras, Museu Bispo do Rosário, Rio de Janeiro, de 4/6 a 31/1/2017

Com curadoria de Daniela Labra, a mostra estabeleceu um diálogo entre os trabalhos de artistas contemporâneos, como Ricardo Basbaum e Luciana Magno, e a obra do famoso artista Arthur Bispo do Rosário (1911-1989), paciente do antigo manicômio Colônia Juliano Moreira, onde hoje fica o museu.  Leia o texto completo.

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Vista da exposição. Crédito: EdouardFraipont

Coletiva, Galeria Vermelho, São Paulo, de 14/6 a 16/7

A mostra reuniu trabalhos de mais de 20 artistas com organização de Gabriel Zimbardi e Isabella Guimarães. Os artistas selecionados, como Ana Maria Tavares, Carmela Gross e Claudia Andujar, apresentaram seu olhar sobre a conjuntura política brasileira em obras inéditas e também com peças que, colocadas nesse contexto, ganham nova dimensão. Confira artista de Miguel Chaia sobre a mostra.

"Abaeté" (1957), José Pancetti. Foto: Divulgação

“Abaeté” (1957), José Pancetti. Foto: Divulgação

Coleção Airton Queiroz, Espaço Cultural Airton Queiroz, Fortaleza, de 16/6 a 18/12

A exposição era composta por 252 obras de 109 artistas, pertencentes ao acervo do colecionador Airton Queiroz.  São trabalhos que vão do século XVII até o presente, incluindo nomes como Pierre-Auguste Renoir, Frans Post, Candido Portinari e contemporâneos como Hélio Oiticica e Tunga. Confira matéria completa.

Obra de Franz Ackermann. Foto: Archivo Helga de Alvear

Obra de Franz Ackermann. Foto: Archivo Helga de Alvear

Fora da ordem – obras da coleção Helga de Alvear, Pinacoteca de São Paulo, de 25/6 a 26/9

A exposição reuniu 137 obras da galerista alemã Helga de Alvear, dentre pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras. A grande maioria dos trabalhos era inédita no Brasil e alguns artistas foram apresentados pela primeira vez no País. Eram cerca de 70 artistas incluindo nomes influentes da arte moderna, como Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp e Josef Albers. Leia mais.

A instalação que compõe a mostra "ããã", no PIVÔ. Foto: Luiza Sigulem

A instalação que compõe a mostra “ããã”, no PIVÔ. Foto: Luiza Sigulem

ããã, Pivô, São Paulo, de 2/7 a 13/8

A exposição apresentava a obra do artista britânico Haroon Mirza, composta por uma instalação site-specific gerada por um aparelho eletrônico chamado “Emerging Paradigm” (Paradigma Emergente). O aparelho é uma espécie de media player, fruto da necessidade de sincronizar em um só mecanismo diversos canais de som, luz e vídeo. Leia matéria completa.

A curadora Carolina de Angelis conversa com um dos expositores da mostra. Foto: Facebook Sesc Belenzinho

A curadora Carolina de Angelis conversa com um dos expositores da mostra. Foto: Facebook Sesc Belenzinho

Potlatch – Trocas de Arte, Sesc Belenzinho, São Paulo, 5/7 a 7/8

A exposição começou com a sala praticamente vazia. Os interessados deveriam se inscrever para conversas com os curadores do projeto (Carolina de Angelis, Juliana Biscalquin, Paulo Miyada e Yudi Rafael). Para participar da conversa, o visitante devia doar um objeto a sua escolha – todos os objetos foram aceitos. Ao final de cada dia de conversas, os objetos passaram a integrar a exposição. Enquanto as conversas e os objetos se acumulavam, a sala ficou aberta à visitação. Saiba mais.

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“Dos camas” (2008), Los Carpinteros

Los Carpinteros – objeto vital, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, de 30/7 a 12/10

A exposição era composta por mais de 70 obras do grupo cubano Los Carpinteros, um dos coletivos de arte mais aclamados da atualidade. Por meio da utilização criativa da arquitetura, da escultura e do design os artistas questionam a utilidade e exploram o choque entre função e objeto com uma forte crítica e apelo social. Confira a crítica sobre a exposição.



Alex Flemming: RetroPerspectiva, Museu de Arte Contemporânea, São Paulo, de 13/8 a 11/12

A mostra apresentou 120 trabalhos das últimas quatro décadas de produção de Alex Flemming. Com uma obra de caráter autorreferente, Flemming cria pinturas que têm como suporte suas próprias roupas, assim como o prato em que comeu, as cuecas que usou, os cartões de crédito que gastou, os dentes que tirou. Assista entrevista com o artista no vídeo acima.

Sem Título, Alexander Calder. Foto: Divulgação

Sem Título, Alexander Calder. Foto: Divulgação

Calder e a Arte Brasileira, Itaú Cultural, São Paulo, de 31/8 a 11/12

Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a mostra trouxe à tona a influência do artista norte-americano Alexander Calder (1898-1976) na formação do neoconcretismo no Brasil.Com 60 obras no espaço expositivo, a exposição mostrava ­– além de importantes trabalhos de Calder – produções de 14 artistas brasileiros marcados direta ou indiretamente pela produção do escultor, como Abraham Palatnik, Antonio Manuel. Leia mais.

“Eu Sou Dolores”, Carmela Gross. Foto: Divulgação

“Eu Sou Dolores”, Carmela Gross. Foto: Divulgação

Arte à mão armada, na Chácara Lane e na Capela do Morumbi, São Paulo, de 4/9 a 8/1/2017

A exposição propõe um panorama de 50 anos de trabalho da artista Carmela Gross. Desde a década de 1960, Gross se dedica a trabalhos em que a presença da cidade e seus elementos de funcionamento e construção se repetem. A mostra apresenta cerca de 50 obras, entre históricas e inéditas, além de extensa documentação nunca exposta sobre o processo criativo da artista. 

Por um fio, série Fotopoemação, Anna Maria Maiolino

Por um fio, série Fotopoemação, Anna Maria Maiolino


Os Muitos e o Um: Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira
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Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, de 4/9 a 23/10

Com curadoria do crítico norte-americano Robert Storr e apoio de Paulo Miyada, a coletiva exibe cerca de 300 obras – entre pinturas, desenhos, esculturas, instalações e vídeos – de mais de 100 artistas brasileiros, selecionadas entre as mais de duas mil integrantes de uma das mais importantes coleções do país. O conjunto destaca trabalhos icônicos de Alfredo Volpi, Ivan Serpa, Lygia Clark, Lygia Pape,  Helio Oiticica, Amilcar de Castro, entre outros. Leia mais sobre a exposição.

Sem Título, Otto Stupakkof. Foto: Divulgação

Sem Título, Otto Stupakkof. Foto: Divulgação

Útero do Mundo, Museu de Arte Moderna, São Paulo, de 5/9 a 18/12

Baseada em textos da escritora Clarisse Linspector, a exposição apresentava cerca de 280 obras do acervo do museu, de nomes como Leonilson, Claudia Andujar, Flávio de Carvalho, Mira Schendel e Tunga. Em seu conjunto, elas revelavam o poder de criação da histeria, tida ao longo da história como um fenômeno negativo. Leia matéria sobre a mostra.

Foto de Paulo Nazareth da série “Genocide in America” (2012-2015)

Foto de Paulo Nazareth da série “Genocide in America” (2012-2015)

Adornos do Brasil Indígena: Resistências Contemporâneas, Sesc Pinheiros, de 7/9 a 8/1/2017

Com curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra colocou em diálogo produção de populações indígenas, pertencentes ao acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, e de artistas contemporâneos que tratam da temática indígena como Bené Fonteles, Claudia Andujar, Lygia Pape e Paulo Nazareth. Leia matéria completa.

Sonic Pavillion, Doug Aitken. Foto: William Gomes

Sonic Pavillion, Doug Aitken. Foto: William Gomes

Por Aqui é Tudo Novo, Instituto Inhotim, Brumadinho, inaugurou em 8/9 

A exposição propõe um olhar para o futuro da instituição, com foco especial nos artistas jovens do acervo. Sara Ramo, Erika Verzutti e Pablo Accineli são alguns dos nomes que terão obras expostas, colocadas em diálogo com trabalhos de artistas consagrados, como Di Cavalcanti e Victor Grippo. Leia matéria sobre os dez anos do Instituto.

"No Barragán No Cry" (2002), Anri Sala

“No Barragán No Cry” (2002), Anri Sala

Anri Sala: o momento presente, Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro, de 10/9 a 20/11

A mostra do artista albanês Anri Sala, que participou da Bienal de São Paulo de 2010, reuniu instalações, vídeos, fotografias e objetos, além de uma peça sonora criada especialmente para o espaço. A mostra estruturou-se em pleno e íntimo contato com a arquitetura modernista da mansão dos Moreira Salles, hoje um espaço para a preservação e a difusão da fotografia, da música, da literatura e do cinema. Leia mais sobre o artista.

Pálpebras, Galeria Millan, São Paulo, de 15/10 a 12/11

A exposição, que tem o
 mesmo nome de uma individual realizada por ele em 1979 , ocupou os dois espaços da galeria paulistana (ambos na mesma rua, separados por poucas casas), apresentando um conjunto de trabalhos do artista pernambucano Tunga inéditos ou pouco vistos no País. Um dos destaques foi a série de esculturas Morfológicas – que foi capa da edição 35 da ARTE!Brasileiros. Confira no vídeo acima.

"Exit III com Parede Niemeyer (Estação Luz), (2016), Ana Maria Tavares

“Exit III com Parede Niemeyer (Estação Luz), (2016), Ana Maria Tavares

No Mesmo Lugar: Uma Antologia de Ana Maria Tavares, Pinacoteca de São Paulo, de 19/11 a 10/4 

A exposição, que apresenta cerca de 160 trabalhos da artista mineira Ana Maria Tavares, rearranja o espaço do museu, e apresenta um olhar crítico a respeito da arquitetura modernista. Com uma série de trabalhos inéditos, a mostra ocupa sete salas do primeiro andar do edifício da Luz, assim como os espaços do octógono, lobby e corredores do mesmo piso. Leia matéria completa.

Link curto: http://brasileiros.com.br/x8TGC
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