Alex Flemming, Candido Portinari, Carmela Gross, Iris Helena, Jonathas de Andrade, Thiago Honório, entre outros destaques

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“Trabalho”, Thiago Honório. Foto: Divulgação

Trabalho, individual de Thiago Honório, de 11/08 a 29/01/2017  | Portinari Popular | De 11/08 a 15/11 | MASP, São Paulo

O MASP inaugura duas exposições paralelas: Trabalho e Portinari Popular. Na primeira, o artista Thiago Honório reúne uma coleção de ferramentas que pertenceram a mestres de obras e pedreiros envolvidos no restauro de uma antiga subestação de energia do centro de São Paulo, um edifício ​da década de 1920 recentemente restaurado. Já a segunda exibe cerca de 50 obras de Candido Portinari (1903-1962), que abordam temas como o cotidiano dos trabalhadores e representações de tradições culturais brasileiras.

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“Controle Remoto”, Gisela Motta e Leandro Lima. Foto: Divulgação

Um, Nenhum, Muitosindividual de Carmela Gross | O Caseiro e Suar a Camisa, filme e instalação de Jonathas de Andrade | Controle Remoto, instalação de Gisela Motta e Leandro Lima | Até 17/09 na Galeria Vermelho, São Paulo

Em sua segunda individual na Vermelho, a artista Carmela Gross apresenta quatro obras: Figurantes (2016), 13 Passantes (2015/2016), Darlenes (2014) e Bando (2016). Já o artista Jonathas de Andrade ocupa a sala de cinema da galeria com o curta-metragem O Caseiro (2016), que propõe um diálogo com o filme O Mestre de Apipucos (1959), de Joaquim Pedro de Andrade. Na sala ao lado, Andrade apresenta a instalação Suar a Camisa, composta por 120 camisas de trabalhadores da cidade. Por fim, Gisela Motta e Leandro Lima exibem a instalação Controle Remoto (2016), na qual todos os moradores de um condomínio de casas de passarinho estão com os aparelhos de TV ligados, recepcionando o conteúdo transmitido pelas empresas de telecomunicações.  

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“Lápides”, Alex Flemming. Crédito: Henrique Luz

Alex Flemming: RetroPerspectiva, individual do artista no Museu de Arte Contemporânea da USP, São Paulo | De 13/08 a 11/12

A exposição traz 120 trabalhos das últimas quatro décadas de produção do artista Alex Flemming. Com uma obra de caráter autorreferente, Flemming apresenta pinturas que têm como suporte suas próprias roupas, assim como o prato em que comeu, as cuecas que usou, os cartões de crédito que gastou, os dentes que tirou. Auto-Retrato em Auschwitz, por exemplo, mostra sapatos que Flemming utilizou ao longo da vida, pintados da mesma cor, formando um círculo em que não se vê o fim. A exposição também traz a instalação Lápides, em que computadores são transformados em arte por meio da pintura, simbolizando a morte do computador, a morte da tecnologia e a morte do usuário.

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Obra de Iris Helena. Foto: Divulgação

Paraísos Fiscais, individual de Iris Helena |  Labirinto Sintrópico, individual de Janaina Mello Landini | De 13/08 a 10/09 na Zipper Galeria, São Paulo

A Zipper Galeria apresenta duas mostras simultâneas. Em Paraísos Fiscais, a artista paraibana Iris Helena reúne um conjunto de trabalhos inéditos que refletem sobre os mecanismos de construção da memória e os processos de documentação e representação no espaço urbano. Na mostra, Iris realiza um novo trabalho com um material extremamente ordinário da vida urbana: comprovantes de pagamento de papel termossensível. Já a artista Janaina Mello Landini dá continuidade a uma investigação matemática que resulta na construção de perspectivas multifocais, anulando a construção tradicional.

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Sem título, Paloma Bosquê. Foto: Divulgação

Deserto-Modelo as above, so belowindividual de Lucas Arruda | Campo, individual de Paloma Bosquê | De 13/08 a 21/09

A Galeria Mendes Wood DM apresenta duas mostras simultâneas. Em Campo, Paloma Bosquê aprofunda sua pesquisa em torno das qualidades físicas da matéria e das possibilidades estruturais do objeto. Nesse processo, além de expandir seu repertório de materiais, pela primeira vez produz trabalhos que prescindem completamente da sustentação na parede ou no teto. Já em Deserto-Modelo as above, so below, Lucas Arruda faz uma analogia entre a superfície pintada, quadrantes de luz projetada por slides, e a interpretação do cancioneiro popular no universo estetizado da alta cultura. 

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Rodin – o despertar modernista, Galeria Marcantonio Vilaça, Brasília | De 17/08 a 05/11

O mestre que fundou a escultura moderna, Auguste Rodin,  ganha agora uma exposição na Galeria Marcantonio Vilaça, do TCU – Tribunal de Contas da União. Sob curadoria de Marcus de Lontra Costa, a exposição é dividida em dois segmentos. No primeiro está um conjunto de 14 esculturas, pertencentes aos acervos da empresa mineira Vallourec e da Pinacoteca do Estado de São Paulo. No segundo, fotografias vindas especialmente do Museu Rodin, na França, e outras que integram o acervo da Pinacoteca de SP, num total de 36 imagens, selecionadas para informar o espectador sobre a vida e a obra do artista.

"El Mal de la Taiga" Fermin Rimenez Landa. Foto: Divulgação

“El Mal de la Taiga” Fermin Rimenez Landa. Foto: Divulgação

Trabalhe – Faça +, coletiva na Pilar Galeria, São Paulo | De 16/08 a 24/09

A Galeria PILAR apresenta a exposição Trabalhe – , Faça + que reunirá a produção de 13 artistas de diversos países como Cuba, Espanha, Brasil, Argentina, Peru, Venezuela, Portugal e Alemanha. A mostra, realizada pela curadora Marta Ramos-Yzquierdo, surge da pesquisa sobre as condições de trabalho do artista contemporâneo. Há obras de artistas como María Sanchez, Pedro França e Vivian Caccuri. Conceitos como profissionalização, trabalho em rede, produtividade, autoria ou signo serão apresentados através de narrativas, metáforas e os próprios fazeres dos artistas. 

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Obra de Brisa Noronha. Foto: Divulgação

Caso o Acaso, Central Galeria, São Paulo | De 16/08 a 15/09

A exposição coletiva  propõe um diálogo entre a produção de oito artistas que desgastam e testam a resistência de materiais, normalmente considerados sólidos e usados em diferentes estruturas. Os trabalhos rompem, inserem brechas ou ainda distorcem elementos tão diversos quanto o cimento, gesso, madeira, argila, cerâmica, vidro, além do próprio espaço expositivo. Participam da exposição os artistas Bruno Baptistelli, Theo Craveiro, Romain Dumesnil, Anna Israel, Manoela Medeiros, Brisa Noronha, C. L. Salvaro e Rodrigo Sassi.

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“Progressão”, Felippe Moraes. Foto: Divulgação

Progressão, individual de Felippe Moraes no Museu de Arte Contemporânea de Niterói | Até 11/09

O MAC de Niterói apresenta a instalação Progressão, de Felippe Moraes. A obra é um desdobramento das pesquisas realizadas pelo artista ao longo dos últimos anos sobre a tensão entre a linguagem matemática e o mundo dos fenômenos. A obra é c
onstituída por 26 bandeiras diferentes, organizadas de maneira a produzir uma progressão de tons passando do preto para o branco, com uma escala gradativa de cinzas entre elas. Os tons dos números em si seguirão a mesma proporção, mas de maneira inversa, começando do branco e gradativamente tornando-se pretos.

 

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